terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

NADA

Aqui estou eu aprisionando a minha fala,
Com ambições vazias,
Me transformando em Nada.

Sou como brisa leve morna e calma,
Sou como painel sem expressão,
Sou poesia sem canção.

Mas não vou me conformar,
Não vou aceitar em viver assim,
Por tenho que certeza que novamente a vida em mim,
Irei sentir.

Victor Pacheco.

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